Lily Farias
Tubarão
incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, motivou muitos donos de casas de shows a reforçarem as medidas de segurança do público. Em Tubarão, por exemplo, todos os locais passam por vistorias e a lei, que antes não funcionava como deveria na prática, passou a ser cobrada com maior rigor.
Uma das regras está estabelecida na lei federal nº 15.124, de janeiro de 2010, que regulariza, entre outros pontos, a necessidade de uma brigada de incêndio em locais fechados que promovam eventos acima de duas mil pessoas. A exigência é valida também para ambientes abertos, com capacidade acima de cinco mil pessoas.
Em Tubarão, duas casas de show tomaram a iniciativa e contam com brigadistas capacitados. De acordo com Alexsandro Ribeiro dos Santos, que oferece este serviço, estes estabelecimentos têm capacidade para até 800 pessoas, mas se anteciparam para garantir a segurança do público.
“Quem ainda não fez isso é porque não se preocupa em oferecer o melhor para os clientes. É um descaso com a população. A segurança oferecida pelas casas noturnas deve ser pensada em um todo”, enfatiza Alexsandro.

